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GTT BUSCA FINANCIAMENTO NO CATARSE
5/10/2014 - 19:10 hrs

O GTT – Grupo Teatral Ta´lento, mantenedor do Espaço Fábrica das Artes, de Americana, obteve aprovação do projeto “Presepada” junto à plataforma Catarse, um site de financiamento coletivo de projetos variados.

A partir de terça feira, 7 de outubro, o grupo estará recebendo doações de internautas de qualquer parte do mundo visando a viabilização da montagem do espetáculo infantil “Presepada”. Clique aqui para acessar a página do projeto na plataforma Catarse.

PRESEPADA
Décimo sétimo espetáculo do GTT , Presepada discute os arquétipos brasileiros. A peça gira em torno de três personagens com seus encontros, desencontros e trapalhadas. A atuação segue uma linha como referência as “gags” circenses e dialoga com a literatura infanto-juvenil. A riqueza de linguagens se misturam nesse trabalho entre ator e mamulengos, criados exclusivamente para a peça. A direção do espetáculo é de Teofanes Silveira (O palhaço Biribinha).

CATARSE
A plataforma online de financiamento coletivo, ou crowdfunding, que se popularizou nos Estados Unidos em 2008, durante a campanha do então candidato Barack Obama à presidência, chegou ao Brasil em 2011, com o site Catarse. O sistema permite que um projeto se torne real por meio da contribuição financeira de qualquer pessoa no mundo. O grande diferencial do crowdfunding é que todos saem ganhando, o idealizador do projeto, o colaborador e também a plataforma de financiamento, no caso o Catarse.

A iniciativa surgiu do interesse comum de empreender online. Os sócios já conheciam o sistema de financiamento coletivo e viram que no Brasil a plataforma não existia. Um deles, o paulista Diego Reeberg conta que o grupo começou a se unir em janeiro de 2011. “Eu tinha essa vontade e vi que várias outras pessoas também a tinham, em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Porto Alegre. Criei um blog, o Crowdfunding BR, e conheci os outros sócios por ali”, conta. Desde então, há um ano e meio o Catarse arrecadou R$ 3 milhões para projetos, com a ajuda de 29.529 apoiadores.

O Catarse funciona como um comércio, onde o projeto deve oferecer recompensas de acordo com o valor que o colaborador paga. A plataforma se destaca por iniciativas de cinco gêneros: cunho cultural, empreendedorismo, jornalismo, projetos sociais e projetos políticos.

Segundo Reeberg, muitos permeiam várias dessas áreas. “Um projeto audiovisual pode, por exemplo, ter cunho político”, diz Reeberg. Um exemplo foi o projeto que mais arrecadou recursos no Catarse, R$ 140 mil, para fazer um filme sobre a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no estado do Pará.

Os idealizadores do projeto estipulam o valor a ser alcançado para concretizar o trabalho e dividem essa soma em diferentes fatias. Cada pedaço, cujo mínimo é de R$ 10, oferece uma recompensa em troca, proporcional ao valor que se está pagando. Se o objetivo for alcançado no prazo máximo de 60 dias, o valor financiado pelos apoiadores é repassado ao idealizador do projeto, e este paga ao Catarse 7,5% da quantia recebida. Sendo assim, se o projeto não atingir o objetivo e não arrecadar a quantia estipulada, o valor pago pelo apoiador é devolvido.

Dos 500 projetos inscritos na plataforma, 250 obtiveram sucesso e foram realizados. Reeberg, entretanto, ressalta que existe um processo de curadoria inicial. “Todos os projetos que são inscritos no Catarse passam por um processo de inspeção. Verificamos sua credibilidade, seus objetivos e recompensas, além das referências dos idealizadores”, afirma. Para ele, trata-se de uma questão de segurança. Assim, apenas projetos aprovados são exibidos, e para tal devem ter objetivos claros e tangíveis, além de um valor estipulado compatível com sua meta.



Fonte:
Fábrica das Artes