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A semente do solo, que tem concepção, direção e atuação assinadas pela atriz Graziele Garbuio, foi lançada em março de 2024. Na ocasião, a artista iniciou um processo de pesquisa em sala de ensaio para encenar o poema Desaparecimento de Luísa Porto, do poeta Carlos Drummond de Andrade, que ela investiga desde 2018, quando ingressou na Pós-graduação em Artes da Cena do Instituto de Artes da Unicamp.
A semente do solo, que tem concepção, direção e atuação assinadas pela atriz Graziele Garbuio, foi lançada em março de 2024. Na ocasião, a artista iniciou um processo de pesquisa em sala de ensaio para encenar o poema Desaparecimento de Luísa Porto, do poeta Carlos Drummond de Andrade, que ela investiga desde 2018, quando ingressou na Pós-graduação em Artes da Cena do Instituto de Artes da Unicamp.

Foto: Mauro Machado
Para transformar o poema em texto teatral, a atriz convidou Gabriela Guinatti, escritora, dramaturga e diretora teatral. O processo de adaptação exigiu encontrar, nas entrelinhas do poema, as ações que conduzem a narrativa, já que, diferentemente da poesia, o texto dramatúrgico exige que a palavra esteja diretamente ligada à ação e ao movimento em cena.
Apesar da forte inspiração no poema, a dramaturgia resulta de um intenso processo criativo e coletivo, que deu origem a uma fábula original, com características marcantes da obra drummondiana, como a ironia, a construção de imagens metafóricas e o dizer implícito. O texto foi construído com rigor artesanal, valorizando cada palavra como elemento essencial da cena.
No palco, Graziele Garbuio interpreta diversas personagens, entre elas Maria, mãe de Luísa, e Rita, sua melhor amiga, enfrentando o desafio de criar diferentes qualidades de atuação em transições rápidas. A encenação se apoia na integração entre luz, som, figurino e corpo para construir essas transformações e ampliar a experiência cênica.
Ao longo da narrativa, o solo busca despertar emoções e reflexões profundas. A trama apresenta um mistério que se entrelaça às histórias pessoais das personagens, permitindo que cada espectador construa sua própria percepção sobre os acontecimentos.

Mas, afinal, quem é Luísa? A resposta ecoa na própria proposta do espetáculo: uma mulher entre tantas outras, com relações, sonhos e trajetórias atravessadas por acontecimentos inesperados. A obra levanta questionamentos sobre escolhas, relações e os caminhos da vida, convidando o público a um mergulho íntimo e sensível.
Ficha Técnica
Coordenação geral: Graziele Garbuio Concepção, Direção e Atuação: Graziele Garbuio
Texto: Gabriela Guinatti
Trilha Sonora e Composição: Felipe Macedo
Direção Musical e Preparação Vocal: Marcelo Onofri
Assistência em Direção Cênica: Tiche Vianna
Preparação Corporal: Ana Carolina Salomão
Iluminação: Eduardo Albergaria
Figurino e caracterização: Graziele Garbuio
Design gráfico: Renan Villela
Fotografia: Mauro Machado – Estúdio Câmera 55
Espetáculo: O Desaparecimento de Luísa
Local: Fábrica das Artes
Endereço: Rua Dr. Cícero Jones, 146 – Vila Rehder
Data: 30 de maio
Horário: 20h
Duração: 60 min
Classificação: 16 anos
Entrada: Gratuita
Informações: @grazigarbuio

Com atuação de Nando Almeida e Luciane Aranha, o espetáculo propõe uma imersão em temas como solidão, vazio existencial, memória, luto e a dificuldade humana de comunicação. Em cena, a palavra divide espaço com o silêncio, criando uma atmosfera carregada de tensão poética e reflexão.
Influência de Beckett e do Teatro do Absurdo
A montagem dialoga diretamente com a estética do Teatro do Absurdo, corrente dramatúrgica surgida no pós-guerra que questionava os sentidos da existência humana diante de um mundo fragmentado e sem respostas definitivas.
Autores como Samuel Beckett, especialmente em obras como “Esperando Godot”, influenciam a construção de “O Sétimo Hóspede” ao utilizar pausas, silêncios, repetições e situações aparentemente banais para revelar conflitos profundos da condição humana.
Na encenação de Clóvys Tôrres, essa influência aparece não apenas na dramaturgia, mas também na escolha estética minimalista. O cenário utiliza poucos elementos: um tapete preto, dois guarda-chuvas suspensos e uma mala de viagem. A simplicidade visual desloca o foco para o texto, o subtexto e a interpretação dos atores.
Dramaturgia autoral produzida no interior paulista
Reconhecido por seu trabalho autoral, Clóvys Tôrres vem consolidando sua trajetória como um dos nomes da dramaturgia produzida no interior paulista. A apresentação em Americana ganha significado especial por aproximar o público local de uma obra criada por um artista da própria cidade.
Mais do que uma peça teatral convencional, “O Sétimo Hóspede” se constrói como uma experiência sensorial e emocional, onde o desconforto, o silêncio e a espera tornam-se elementos dramatúrgicos centrais.
Teatro contemporâneo e potência regional
Em um momento em que produções independentes buscam novas formas de diálogo com o público, o espetáculo reforça a potência do teatro produzido fora dos grandes centros tradicionais. A circulação da montagem também evidencia o fortalecimento de uma cena cultural regional comprometida com pesquisa estética e dramaturgia autoral.
Os ingressos para a apresentação já estão disponíveis pela plataforma Sympla.
Sinopse
Em uma pousada isolada em meio ao vazio da estrada, uma mulher recebe um hóspede que claramente não gostaria de estar tão distante da cidade. O que deveria ser apenas uma hospedagem por uma noite toma rumos inesperados durante uma longa conversa atravessada pela chuva, pelo silêncio e por revelações íntimas. Entre poesia, suspense e humor, “O Sétimo Hóspede” constrói uma história profundamente humana sobre encontros improváveis capazes de transformar vidas.
Serviço
Espetáculo: O Sétimo Hóspede
Local: Fábrica das Artes – R. Dr. Cícero Jones, 146 – Vila Rehder, Americana
Data: 23 de maio
Horário: 20h
Ingressos: Disponíveis no Sympla
O projeto Dramáticas: O Teatro em Voz Alta, idealizado pelo diretor Marcelo Porqueres (GTT), reafirma o compromisso com a democratização do acesso à dramaturgia clássica e contemporânea através do formato de leituras dramáticas. Mais do que uma simples leitura, o projeto propõe um encontro entre a palavra escrita e a interpretação orgânica, permitindo que o público mergulhe na essência dos textos antes mesmo de uma montagem convencional.

No dia 09 de maio, o palco da Fábrica das Artes recebe um dos maiores pilares do teatro moderno: “A Gaivota”, de Anton Tchekhov. Sob a coordenação de Douglas Fonseca, professor de literatura Russa e organizador do projeto Samovar, e direção de Claudia Viggiano, diretora do Grupo Ethos, a leitura contará com um elenco formado por atores da cidade, trazendo uma interpretação local para esta obra-prima russa.
Escrita em 1896, “A Gaivota” é um drama sensível que explora os conflitos artísticos e românticos de quatro personagens centrais: a ingênua Nina, a veterana atriz Irina Arkadina, o jovem dramaturgo experimental Konstantin Treplev e o famoso escritor Boris Trigorin. Entre encontros e desencontros em uma propriedade rural, a peça disseca a frustração humana, o desejo de reconhecimento e a busca incessante pelo sentido da arte e do amor.
Projeto: Dramáticas: O Teatro em Voz Alta
Espetáculo: A Gaivota
Local: Fábrica das Artes
Data: 09 de maio (sábado)
Horário: 19h
Ingressos: R$ 10,00
Vendas: Sympla

Partindo da pergunta “qual é o peso da memória?”, o espetáculo mergulha em uma reflexão sensível sobre lembranças, ausência e os impactos de histórias que insistem em permanecer. Às vezes leves como uma pena, outras vezes densas como toneladas, as memórias revelam a importância de serem revisitadas — especialmente quando atravessadas por contextos de violência e apagamento histórico.
Sob a direção de Fernando Yamamoto, integrante do grupo Clowns de Shakespeare, a montagem revisita o texto do dramaturgo argentino Arístides Vargas, articulando poesia, humor e elementos do teatro popular para abordar temas profundos com leveza e sensibilidade. O autor, exilado durante a ditadura militar argentina, inspira uma narrativa que transforma dor em linguagem poética e acessível.
Em cena, Gisele Nunes e Miguel Damha interpretam múltiplos personagens, transitando entre narradores, avós, vizinhos e outras figuras, em uma dinâmica fluida e desafiadora. A encenação também se destaca pela trilha sonora executada ao vivo, que atua como elemento de resistência e memória, evocando histórias que sobrevivem através das canções.
A trama acompanha a trajetória de Chicha Mariani, uma das fundadoras do movimento Avós da Praça de Maio, em sua busca incansável pela neta Clara Anahí, sequestrada durante a repressão. Ao lançar mão do fantástico e do absurdo, o espetáculo contribui para reinscrever na memória coletiva episódios brutalmente apagados da história latino-americana, reforçando a importância da verdade, da justiça e da reparação.

Resultado de um intercâmbio artístico de mais de uma década entre a Cia. dos Náufragos e o grupo Clowns de Shakespeare, a montagem reafirma o compromisso com um teatro que se conecta diretamente com o público, promovendo reflexão e partilha a partir de temas urgentes.
Além das apresentações, a oficina “Corpo da Palavra”, ministrada por Gisele Nunes e Moacir Ferraz, propõe desenvolver a consciência da expressão vocal como parte do corpo, utilizando a palavra como ferramenta para afetar os sentidos, estimular a imaginação e gerar ação cênica.
Espetáculo: Instruções para Abraçar o Ar
Local: Fábrica das Artes
Endereço: Rua Dr. Cícero Jones, 146 – Vila Rehder
Datas: 2 e 3 de maio
Horário: 20h
Duração: 65 minutos
Classificação: 14 anos
Entrada: Gratuita
Acessibilidade: Libras (2/5) e Audiodescrição (3/5)
Oficina: Corpo da Palavra
Datas e horários: 2/5 (14h às 17h) e 3/5 (10h às 13h)
Inscrições: @ciadosnaufragos 
Dia 25 de abril, o Teatro Fábrica das Artes recebe JAIRO MATTOS em “Sobre Poetas e Heresias”, em Americana.

O solo é um belo encontro entre poesia, humor e as grandes perguntas da humanidade. Há espetáculos que entretém, outros provocam reflexão e existem aqueles raros momentos em que arte, palavra e interpretação se encontram para criar uma experiência inesquecível.
Jairo Mattos apresenta um bufão contemporâneo, figura ambígua, irreverente e profundamente humana que conduz o público por uma jornada entre sermões, poesia, humor e crítica. Entre ironias e confissões, ele revela as contradições da alma humana e convida a plateia a rir, pensar e sobretudo, sentir.
O espetáculo é construído a partir de textos de grandes nomes da literatura que atravessam séculos refletindo sobre poder, fé, amor, ódio e as inquietações da existência humana. Inspirado em textos de Padre Antônio Vieira, José Régio, Fernando Pessoa e Wislawa Szymborska, alinhavados por Aloysio Burtin, a montagem costura sermão, poesia e humor, sob a batuta de um bufão – personagem que observa o mundo com ironia, expõe contradições e ri do que costuma ser solene.
A cena faz da palavra um corpo vivo que se move entre o sagrado e o irreverente, provocando o risco e a reflexão. A proposta convida o público a descobrir que poesia não precisa de pedestais: ela é humana, falível, às vezes engraçada, às vezes amarga.
Com dramaturgia de Aloiysio Burtin, esses textos ganham vida no corpo e na voz de um dos grandes atores brasileiros: JAIRO MATTOS, ator consagrado no teatro, televisão e cinema brasileiros.
Volto à estrada porque é lá que minha vocação respira. Estrada de asfalto, barro, poeira; estrada de carro velho, moto barulhenta, motorhome que range como um cavalo medieval asmático, mas segue fiel, me puxando para onde a curiosidade humana ainda pulsa.

E levo poesia porque o mundo anda precisando, e levo bufão porque ninguém pediu, mas todos merecem. Quero chegar onde o teatro nunca chegou: praça esquecida, vilarejo tímido, velhos salões perdidos no tempo. Quero cutucar as mentes curiosas, essas almas que nunca viram uma cena ao vivo, mas que carregam dentro de si aquela fagulha pronta pra acender.
Porque eu ando com vontade de encontrar essas pessoas: os que não têm acesso, os que têm fome de história, os que ainda não sabem que gostam de teatro, mas gostam.
E assim me lanço: meio palhaço, meio peregrino, meio poeta, e totalmente desobediente.
Porque, no fim das contas, voltar à estrada é só isso: cumprir a promessa que fiz a mim mesmo quando era jovem demais para saber que ia cumpri-la”.
JAIRO MATTOS – ATOR / DIRETOR / PALHAÇO
Iniciou sua carreira nos circos Royal, Chambinho, Circo-escola picadeiro, Metrópole arte-circo entre outros.
E cofundador do grupo Parlapatões Patifes e Paspalhões e do Teatro de Câmara de São Paulo.
No teatro trabalhou como ator em vários espetáculos entre eles O Concilio do Amor, Noticia Silenciosas, Esperando Godot, Love Maiakowiski – Lili Brick, Budro, Atos e Omissões, O Sonho de um Homem Ridículo, Os Coveiros, Barrela, A Rainha da Beleza de Leenane, Medusa de Rayban, A Queima Roupa, Fuck You Baby, Uma Fabula Podre, Nossa Vida Não Vale Um Chevrolet, Novas diretrizes em tempo de paz, O Cara que Dançou Comigo, Aula Magna com Stalin, berço de Pedra, Jornada de um imbecil até o entendimento.
Dirigiu os espetáculos Cata-Dores, Carro de Paulista, Tarde de Palhaçada, Leila Baby, Cooconings, As mais fortes, Tem café no bule, Acácias, Lágrima de vidro, Sobre a arte de cortar bifes, Em alguma margem no rio, Barrela, O sequestro, Meu Filho Meu Tesouro, Le Défunt, Alzira Power, Brutal, O Sexo dos Anjos, entre outros.
Trabalhou como ator em vários longas e curtas metragens, entre eles, Louco por cinema, Mario, Deus Jr, O Viajante, Tainá uma Aventura no País das Amazonas, Bicho de Sete Cabeças, Meteoro e Não Somos Inocentes. E como piloto de drones nos filmes, Triângulo de Tebas, A Mulher, Ninguém é campeão Sozinho e Não somos inocentes.
Atuou em várias novelas da Rede Globo entre as quais: Barriga de Aluguel, Dono do Mundo, Felicidade, Deus nos Acuda, Rei do Gado, Por Amor, Celebridade, Bang Bang, Beleza Pura, Tempos Modernos, O Astro, Liberdade Liberdade, Orgulho e Paixão e nas novelas Bicho do Mato e Gênesis, da TV Record.
Espetáculo: Sobre Poetas e Heresias
Com: Jairo Mattos
Direção: Carlo Milani
Dramaturgia: Aloysio Burtin
Local: Teatro Fábrica das Artes em Americana
Endereço: Rua Dr. Cicero, 145, Vila Rehder – Americana – SP
Data: 25 de abril (sábado)
Horário: 20 horas
Ingressos: SYMPLA – R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)
O espetáculo “Sonho de uma noite, no verão de 1967” chega ao Fábrica das Artes, em Americana, para uma apresentação especial no dia 11 de abril às 20h.
O grupo Excelsior de Teatro, convida o público a mergulhar em uma narrativa envolvente que mistura humor, romance e investigação, ambientada no interior de São Paulo durante a década de 1960.
Com roteiro e direção de Vinicius Almeida, a montagem é inspirada livremente na obra Sonho de uma Noite de Verão, de William Shakespeare, e apresenta uma comédia dramática marcada por referências culturais da época, incluindo o universo do rock e grandes nomes como Elvis Presley e The Beatles.

A história acompanha Rebeca Martini, uma estudante de jornalismo que vive tranquilamente no Vale da Alvorada, até reencontrar sua amiga de infância, Emanuela Mendonça, que teme ser vítima de um sequestro em meio a uma disputa familiar por herança. Disposta a ajudar, Rebeca se envolve na situação ao lado do irmão Berto e de seus amigos, enquanto todos se preparam para um baile de verão.
Entre encontros e desencontros, os personagens enfrentam seus próprios dilemas e redescobrem o valor da amizade e da família, em uma trama que combina emoção, humor e mistério. A montagem também dialoga com o imaginário dos anos 1960, criando uma atmosfera nostálgica e envolvente.
Segundo o diretor, a proposta é proporcionar uma experiência divertida e marcante ao público, conectando a essência da obra clássica com referências do cinema e da cultura jovem da época. Já para o elenco, o processo de construção do espetáculo tem sido intenso e colaborativo, resultando em uma encenação rica em detalhes e energia.
Serviço
Espetáculo: Sonho de uma noite, no verão de 1967
Local: Fábrica das Artes
Endereço: Rua Dr. Cícero Jones, 146 – Vila Rehder
Data: 11 de abril
Horário: 20h
Grupo: Excelsior de Teatro
Entrada: R$ 10,00 até 23h59 do dia 10/04
Após: R$ 20,00
Instagram: @excelsiorgrupo.teatro
A comédia acompanha as religiosas da Ordem do Altíssimo Nosso Senhor de São Cifrão, que estão à beira da falência. Últimas representantes da puríssima ordem, as irmãs Agnes, Betany e Cida se veem obrigadas a enfrentar o mundo fora do convento e se aventurar no competitivo mercado de trabalho para evitar o colapso financeiro.

Sem qualquer experiência, as freiras se envolvem em uma série de situações cômicas, marcadas pela ingenuidade, conflitos e decisões improváveis. Cada personagem possui uma personalidade distinta, o que intensifica os embates e torna a jornada ainda mais divertida.
Misturando o humor do teatro besteirol com a agilidade do stand-up, o espetáculo propõe uma experiência leve e dinâmica, convidando o público a se tornar cúmplice das tentativas desesperadas das freiras em conseguir emprego e salvar o convento.
No elenco, Roberto Isler vive a Irmã Agnes, acompanhado por Anselmo Dequero como Irmã Betany e Cleiton Carlos como Irmã Cida, formando um trio que transita entre o caos e o humor em uma história repleta de situações inusitadas.
Espetáculo: Santo Humor – Uma Comédia Divina
Local: Fábrica das Artes
Endereço: Rua Dr. Cícero Jones, 146 – Vila Rehder
Data: 28 de março
Horário: 20h
Classificação: 16 anos
Entrada: R$ 25,00 (promoção todos pagam meia)
Informações: (19) 99626-1202
Instagram: @poloac e @fabricadasartes
E-mail: poloac@mail.com
A história começa em uma segunda-feira aparentemente comum. Lúcia acorda e percebe que o marido desapareceu sem qualquer explicação. A partir daí, a casa se transforma em um território de confusão, decisões improváveis e situações fora de controle. Telefonemas, visitas inesperadas, palpites excessivos e autoridades nada eficientes fazem o cotidiano escalar rapidamente para um caos cômico.
Com ritmo ágil e humor de observação, o espetáculo aposta em situações familiares, relações afetivas e no desespero leve de quem tenta colocar ordem onde tudo desanda. Sem recorrer a exageros ou temas polêmicos, “Cadê Meu Marido?” constrói sua comicidade a partir do cotidiano, do afeto e da tentativa desesperada de resolver tudo imediatamente.

A direção é de Kewin Lima, que imprime à montagem uma linguagem dinâmica, inspirada na comédia popular dos anos 2000, com entradas e saídas rápidas, personagens de personalidade forte e uma sequência constante de acontecimentos que se acumulam como um efeito dominó.
O espetáculo marca a estreia teatral da Cumbuca Criativa, grupo criado em 2025 a partir da união de artistas formados no Teatro Fábrica das Artes. Com atuação em conteúdos audiovisuais, vídeos de humor e projetos autorais, a Cumbuca Criativa dá início à sua trajetória nos palcos com uma comédia pensada para dialogar diretamente com o público local.
“Cadê Meu Marido?” é um convite ao riso e ao reconhecimento. Uma história simples que rapidamente sai do controle e transforma uma casa comum em um campo de batalha doméstico cheio de confusão e humanidade.
Espetáculo: Cadê Meu Marido?
Local: Fábrica das Artes
Endereço: Rua Dr. Cícero Jones, 146 – Vila Rehder
Datas: 21 e 22 de março de 2026
Horário: 20h
Classificação: 10 anos
Ingressos:https://www.sympla.com.br/evento/cade-meu-marido/3293999
Instagram: @cumbucacriativa_
Ficha Técnica
Direção: Kewin Lima
Elenco: Michelle Godoy, Maiara Oliveira, Elliott de Souza, Matheus Garcia, Mary Piconi, Sally Pertile, Guilherme Estolomo e Kimberlly Pertile.
Entre Mundos é uma peça com máscaras teatrais e sem utilização de palavras, que propõe uma divertida experiência sensorial para o público infantil. A montagem aposta na expressividade corporal, na trilha sonora e na força das imagens para conduzir a narrativa e envolver crianças e famílias em uma jornada cheia de imaginação.
Na história, duas curiosas criaturas surgem diante dos olhos do público e, movidas pela curiosidade, descobrem um misterioso portal que lhes permite viajar por diferentes dimensões. Ao atravessar esse portal, elas embarcam em uma aventura por cenários surpreendentes, visitando lugares como a terra dos dinossauros, o fundo do mar e o interior de uma caverna, entre outros mundos.

Sem falas, o espetáculo utiliza a linguagem visual e a expressividade das máscaras para criar uma narrativa acessível e poética, convidando o público a imaginar e sentir a história de diferentes maneiras. A proposta busca estimular a curiosidade, a fantasia e o olhar sensível das crianças, transformando o palco em um espaço de descoberta e contemplação.
Serviço – Americana – SP
Local: Teatro Fábrica das Artes
Endereço: Rua Dr. Cícero Jones, 146 – Vila Rehder
Datas: 14 e 15 de março
Horário: 17h
Duração: 45 minutos
Classificação: Livre – para todos os públicos
Acessibilidade: Intérprete de Libras
Entrada: Gratuita
Ingressos: Distribuídos 30 minutos antes de cada sessão, por ordem de chegada.
“Fabuloso Laboratório”, uma montagem teatral para todas as idades que convida crianças, jovens e adultos a mergulharem em um universo de imaginação, sons e descobertas. Com uma proposta que mistura humor, música e experimentação sonora, o espetáculo acompanha dois personagens excêntricos que se veem diante de um grande desafio: não mexerem nas máquinas coloridas de um misterioso laboratório. No processo, entre experimentações desordenadas, misturas improváveis e tentativas inusitadas, a dupla descobre que sons, vozes e ritmos podem se transformar em música, criando composições ao vivo e envolvendo o público em uma experiência sensorial e criativa.

“Fabuloso Laboratório” aposta na linguagem do teatro musical e da comicidade para estimular a curiosidade, a escuta e a imaginação, promovendo um encontro afetivo entre ciência, arte e brincadeira. O resultado é um espetáculo acessível, dinâmico e encantador, que dialoga com diferentes faixas etárias.
A apresentação em Americana integra a circulação do projeto por diversas cidades do Estado de São Paulo, como Botucatu, São Carlos, Batatais, Bauru, Santos e Ribeirão Preto, Barretos e São Jose do Rio Preto, ampliando o acesso do público às artes cênicas. Os ingressos são distribuídos gratuitamente por ordem de chegada, e a organização recomenda que o público chegue com antecedência.

O projeto é realizado por meio da Política Nacional Aldir Blanc, com recursos do Fomento CultSP, contando com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, do Governo Federal e do Ministério da Cultura, reafirmando o compromisso com a democratização do acesso à cultura.
Serviço – Americana – SP
Local: Teatro Fábrica das Artes – Rua Dr Cícero Jones 146 – Vila Rehder
Data: 01 de fevereiro – Domingo
Horário: 16h
Classificação: Livre – para todos os públicos
Entrada: Gratuita
Ingressos: Distribuídos por ordem de chegada. Para mais informações sobre a circulação e atualizações da programação, acompanhe O Fábrica das Artes e a Cia Nós Mesmos que Somos a Gente nas redes sociais e canais oficiais.
Ficha Técnica